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37281 questões encontradas.
Cód: 38922  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
Dificuldade: Fácil   Vezes Respondidas: 0   Acertos: 0.00%   Faça o login para ver suas estastísticas Fácil

A avaliação que se coloca a serviço da aprendizagem deve, também, ter como objetivo a compreensão da realidade escolar, visando ao aprimoramento das ações educativas.

Uma avaliação nesse enfoque apresenta as seguintes características, EXCETO

a)

constata a situação de aprendizagem do educando para subsidiar a atribuição de notas ou conceitos e a definição da progressão/não-progressão e certificação do aluno.

b)

é contínua, configurando-se como uma prática dinâmica de investigação, de análise das observações realizadas ao longo do processo ensino-aprendizagem.

c)

incide sobre a atuação dos professores e outros profissionais da escola, sobre os conteúdos, processos de ensino, recursos físicos e materiais disponíveis.

d)

possibilita ao aluno o desenvolvimento de sua capacidade de autocrítica mediante exercícios de autoavaliação de sua participação no processo ensino-aprendizagem.


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Cód: 38921  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Ao trabalhar uma unidade de ensino de geografia – representação espacial com seus alunos de 5 o ano do ensino fundamental, uma professora desenvolveu as seguintes estratégias:

1. exposição do tema;
2. solicitação aos alunos para realizar leitura individual do tema no livro-texto;
3. solicitação aos alunos para realizar os exercícios propostos no livro-texto;
4. correção coletiva dos exercícios, com esclarecimentos de dúvidas;
5. avaliação.


Considerando as atividades realizadas, é CORRETO afirmar que

a)

as atividades propostas permitem à professora saber quais são os conhecimentos prévios dos alunos sobre o tema estudado.

b)

as atividades realizadas favorecem o conflito cognitivo das crianças e possibilitam, à professora, acompanhar sua atividade mental.

c)

esse tipo de sequência de ensino dispõe de meios suficientes e adequados para a aprendizagem de conteúdos de natureza complexa.

d)

esse tipo de sequência de ensino oferece poucos meios para atender os princípios de uma aprendizagem que leve em conta a diversidade dos alunos.


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Cód: 38920  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Ao ser aprovada para lecionar em uma nova escola, para crianças da Educação Infantil na faixa etária de quatro anos, a Profa Ana foi orientada a estruturar seu trabalho a partir do desenvolvimento de projetos. Realizou estudos sobre pedagogia de projetos e participou de um curso de formação profissional sobre o tema. Sentindo-se em condições de desenvolver projetos, escolheu o tema Borboletas e realizou um trabalho que, em síntese, envolveu as seguintes atividades: visita ao borboletário da cidade e conversa sobre a vida das borboletas com o profissional responsável;
proposta de realização de uma investigação sobre a vida das borboletas, após perceber que as crianças tinham compreensões diferentes sobre o nascimento das borboletas e o que elas comiam; levantamento de dados sobre a vida das borboletas em revistas, na internet, em enciclopédias, em livros, nas músicas; entrevista com um lepidopterólogo (especialista em borboletas); leitura do livro Romeu e Julieta, de Ruth Rocha, que conta a história de duas borboletinhas, e do poema As borboletas, de Vinícius de Moraes; registros das descobertas por meio de desenhos, pinturas, mosaicos, reescrita do livro Romeu e Julieta, modelagem com argila, confecção de móbiles de borboletas, confecção de um mural com recortes, desenhos e pinturas das crianças; o encerramento do projeto consistiu numa palestra das crianças para as demais turmas da educação infantil sobre o tema estudado.


Considerando o trabalho realizado pela professora, pode-se afirmar que o projeto de trabalho foi desenvolvido na perspectiva proposta por Fernando Hernández?

a)

Sim, a abordagem pedagógica escolhida pela professora – investigação do meio – compreende os projetos de trabalho.

b)

Não, porque o tema do projeto não partiu de um interesse espontâneo das crianças; foi sugerido pela professora.

c)

Sim, a professora levou em conta os conhecimentos prévios dos alunos e propôs um processo de investigação para uma construção coletiva dos novos conhecimentos.

d)

Não, uma vez que os conteúdos específicos para essa faixa etária não foram inteiramente contemplados ao longo do desenvolvimento do projeto.


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Cód: 38919  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Na concepção apresentada por Lúcia Leite, a Pedagogia de Projetos traz uma nova perspectiva para entendermos o processo de ensino/aprendizagem.


Essa perspectiva caracteriza-se pelos seguintes elementos:

a)

baseia-se numa análise global da realidade; enfoque centrado na transmissão dos conteúdos; a sequenciação dos conteúdos é vista em termos de abordagem e aprofundamento em relação às possibilidades do aluno.

b)

enfoque globalizador, centrado na resolução de problemas significativos; o problema determina o conteúdo a ser estudado; propõe atividades abertas, dando possibilidade aos alunos de estabelecerem suas próprias estratégias.

c)

o conhecimento é instrumento para a compreensão e possível intervenção na realidade; o aluno é visto como sujeito ativo, que usa sua experiência e conhecimentos para resolver problemas; o conteúdo a ser estudado determina o problema.

d)

sequenciação lógica dos conteúdos das disciplinas; o professor intervém no processo de aprendizagem dos alunos, criando situações problematizadoras; baseia-se fundamentalmente nos problemas e atividades apresentados nos livros didáticos.


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Cód: 38918  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Assinale a alternativa que, de acordo com Edgar Morin (Os sete saberes necessários à educação do futuro), apresenta corretamente um aspecto constitutivo da educação comprometida com a ética do gênero humano.

a)

A ética do gênero humano tem como uma de suas dimensões fundamentais a relação entre indivíduo singular e espécie humana efetivada por meio da comunidade de destino planetário.

b)

A ética deve ser ensinada por meio de lições de moral, com base na consciência de que o ser humano é, ao mesmo tempo, indivíduo, parte da sociedade e da espécie humana.

c)

Configuram-se como finalidades ético-políticas do novo milênio: conceber a humanidade como uma comunidade planetária e evitar qualquer controle mútuo entre a sociedade e os indivíduos.

d)

O desenvolvimento humano compreende a conquista das autonomias individuais e das participações comunitárias, com predominância das primeiras, que fortalecem as liberdades democráticas.


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Cód: 38917  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Na perspectiva da Pedagogia da Autonomia (Paulo Freire), ensinar exige dos educadores alguns saberes fundamentais, dentre os quais NÃO se inclui:

a)

exercício de curiosidade.

b)

intransigência intelectual.

c)

liberdade e autoridade.

d)

rigorosidade científica.


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Cód: 38916  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Analise as seguintes afirmativas concernentes ao planejamento e à organização do ensino.


I. O planejamento do ensino centrado em aulas expositivas potencializa a criação de estratégias que favorecem a interação dos alunos com os objetos do conhecimento (os tópicos do currículo).
II. Para exercer seu papel de mediador entre o livro didático e os alunos, o professor deve realizar uma avaliação crítica do livro e definir o ritmo e as maneiras de seu uso segundo os conhecimentos prévios de seus alunos e suas possibilidades cognitivas.
III. Um planejamento pedagógico cuidadoso deve começar pela clarificação dos objetivos educacionais passando pela seleção das ideias importantes do conteúdo e das habilidades a serem desenvolvidas.


A partir dessa análise, pode-se concluir que estão CORRETAS

a)

apenas as afirmativas I e II.

b)

apenas as afirmativas I e III.

c)

apenas as afirmativas II e III.

d)

todas as afirmativas.


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Cód: 38915  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Considerando as reflexões de Tardif e Lessard a respeito dos fins do trabalho docente, analise as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.


( ) A educação configura-se como uma prática profissional cujas situações de trabalho se caracterizam pela instabilidade, mobilidade e indeterminação: os objetivos não são inerentes à situação, mas derivam em boa parte das intervenções e interpretações dos atores.
( ) Os objetivos escolares, que impactam o trabalho docente, são imprecisos, não-operatórios e definem uma tarefa complexa, coletiva — que envolve diferentes agentes sociais — e temporal, cujos efeitos são incertos e ambíguos.
( ) Os objetivos gerais e os resultados do trabalho docente trazem a marca dasexigências sociais, culturais e ideológicas, em torno das quais, num determinado período, se estabelece um consenso claramente definido.
( ) Os programas escolares são instrumentos cognitivos úteis, que permitem aos professores organizarem sua ação em função de objetivos, expectativas, sequências etc, unificando sua ação coletiva e orientando-a para os conteúdos e
objetivos comuns.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência de letras CORRETA

a)

(V) (V) (F) (V)

b)

(V) (F) (V) (V)

c)

(F) (F) (V) (F)

d)

(F) (V) (F) (F)


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Cód: 38914  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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Numere COLUNA II de acordo com a COLUNA I relacionando os textos à Lei correspondente.

 

Coluna I

Coluna II

1. Lei n. 10.172, de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação.

( ) Os cargos públicos, acessíveis a todos os brasileiros, são criados por lei, com denominação própria, número certo e vencimentos pagos pelos cofres públicos, para provimento em caráter efetivo ou em comissão.

2. LDBEN: Lei n. 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996.

( )A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos quatro horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência na escola.

3. Lei n. 2.694, de 8 de junho de 1995. Dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Alfenas.

( ) A valorização do magistério implica jornada de trabalho organizada de acordo com a jornada dos alunos, concentrada num único estabelecimento de ensino.

 

Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA.

a)

(2) (1) (3)

b)

(3) (2) (1)

c)

(1) (3) (2)

d)

(3) (1) (2)


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Cód: 38913  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Conhecimentos Gerais – Professor
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN n. 9394/96), em seu art. 67, define que os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes:
I. ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos;
II. aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim;
III. piso salarial profissional;
IV. progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho.


Estão CORRETOS

a)

apenas os itens I, II e III.

b)

apenas os itens I, III e IV.

c)

apenas os itens II, III e IV.

d)

todos os itens.


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Cód: 38912  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Português
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Texto da questão - Clique para ver.

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INSTRUÇÃO

As questões de 1 a 5 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente

todo o texto antes de responder a elas.

 

FALAR E ESCREVER BEM

 

Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o

brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua

que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e

enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não

faz dela um território sem leis.

As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas

sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções

que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma

mais comum em conversas informais, ainda que não seja a forma mais recomendada

pela norma culta da língua. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas

diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos

termos que utiliza nas baladas com sua turma.

Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta

da “popular” tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, “a

gente” não era aceito como um equivalente a “nós”. Hoje é uma forma perfeitamente

apropriada. “Nós” ganhou certo ar formal. “De terno e gravata, a reunião é conosco.

De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo”, brinca o professor de

português Sérgio Nogueira. “A gente fomos”, é claro, continua sendo o que sempre

foi: um erro. Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da

língua.

É saudável manter distância dos modismos linguísticos que logo viram vícios,

além de se observar uma outra variável em jogo: a elegância. Um exemplo ilustrativo

é o chamado gerundismo. Não é que “vou estar enviando” seja errado do ponto de

vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a

mesma coisa com um “enviarei” ou, na fala, “vou enviar”.

O gerundismo pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de

falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo

afetação com riqueza vocabular. Nesse caso, tem-se medo de ser simples. Trata-se

de um medo infundado: ser simples é ser elegante. Dizer mais com menos é o ideal.

E “falar difícil” é andar na contramão do bom-senso.

É de bom-tom, ainda, manter os ouvidos afinados com os modos de expressão

correntes. À parte alguns elitistas que acusam a televisão de “empobrecer” a

linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao

eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua. A qualidade dramática das

novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação

excelente de coloquialismo e correção. O recurso a gírias regionais, expressões

grosseiras e erros de português é, sim, admissível – mas com parcimônia. “Nesses

casos, deve-se deixar claro para o espectador que aquele linguajar é uma licença da

ficção para retratar um tipo popular” diz o noveleiro Sílvio de Abreu. Em Passione, há

40 um desses tipos peculiares – e cômicos: Candê, a verdureira suburbana vivida por

Vera Holtz, que gosta de chutar a gramática e diz frases como ―fazem dois dias que

não vejo ela”. “O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com

a correção possível, mas sem afetação” diz Abreu.

VEJA, 11/08/2010, p.94-101. (Texto adaptado)

Assinale a alternativa em que a voz passiva do verbo NÃO corresponde à forma ativa.

a)

"Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da língua." (linhas 19-20)
Tanto os ouvidos como a natureza da língua são agredidos por aberrações como essa.

b)

"A fala, porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa." (linhas 7-8)
Muitas construções que seriam aberrantes na página impressa são, porém, admitidas pela fala.

c)

"Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta da  ̳popular‘ tem se estreitado." (linhas 13-14)
Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso pelo qual a fala culta seria separada da popular tem se estreitado.

d)

"[...] um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos termos que utiliza nas baladas com sua turma." (linhas 11-12)
"[...] um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos termos que são utilizados nas baladas com sua turma.


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Cód: 38911  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Português
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Texto da questão - Clique para ver.

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INSTRUÇÃO

As questões de 1 a 5 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente

todo o texto antes de responder a elas.

 

FALAR E ESCREVER BEM

 

Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o

brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua

que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e

enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não

faz dela um território sem leis.

As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas

sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções

que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma

mais comum em conversas informais, ainda que não seja a forma mais recomendada

pela norma culta da língua. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas

diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos

termos que utiliza nas baladas com sua turma.

Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta

da “popular” tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, “a

gente” não era aceito como um equivalente a “nós”. Hoje é uma forma perfeitamente

apropriada. “Nós” ganhou certo ar formal. “De terno e gravata, a reunião é conosco.

De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo”, brinca o professor de

português Sérgio Nogueira. “A gente fomos”, é claro, continua sendo o que sempre

foi: um erro. Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da

língua.

É saudável manter distância dos modismos linguísticos que logo viram vícios,

além de se observar uma outra variável em jogo: a elegância. Um exemplo ilustrativo

é o chamado gerundismo. Não é que “vou estar enviando” seja errado do ponto de

vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a

mesma coisa com um “enviarei” ou, na fala, “vou enviar”.

O gerundismo pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de

falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo

afetação com riqueza vocabular. Nesse caso, tem-se medo de ser simples. Trata-se

de um medo infundado: ser simples é ser elegante. Dizer mais com menos é o ideal.

E “falar difícil” é andar na contramão do bom-senso.

É de bom-tom, ainda, manter os ouvidos afinados com os modos de expressão

correntes. À parte alguns elitistas que acusam a televisão de “empobrecer” a

linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao

eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua. A qualidade dramática das

novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação

excelente de coloquialismo e correção. O recurso a gírias regionais, expressões

grosseiras e erros de português é, sim, admissível – mas com parcimônia. “Nesses

casos, deve-se deixar claro para o espectador que aquele linguajar é uma licença da

ficção para retratar um tipo popular” diz o noveleiro Sílvio de Abreu. Em Passione, há

40 um desses tipos peculiares – e cômicos: Candê, a verdureira suburbana vivida por

Vera Holtz, que gosta de chutar a gramática e diz frases como ―fazem dois dias que

não vejo ela”. “O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com

a correção possível, mas sem afetação” diz Abreu.

VEJA, 11/08/2010, p.94-101. (Texto adaptado)

"A qualidade dramática das novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação excelente de coloquialismo e correção." (linhas 34-36)


Assinale a alternativa em que se preserva basicamente o sentido do trecho acima sem incorrer em erro gramatical.
A)
B)
C)
D)

a)

A qualidade dramática das novelas da Globo podem oscilar, porquanto seu texto, em geral, atingem uma excelente conciliação entre coloquialismo e correção.

b)

Ainda que normalmente o enredo das novelas da Globo atinjam um excelente nível de equilíbrio entre coloquialismo e correção, sua qualidade dramática pode variar bastante.

c)

Apesar dos textos da novela ter atingido inequívoco equilíbrio entre o coloquialismo e a correção, pode-se dizer que a qualidade dramática das produções novelísticas da Globo variam bastante.

d)

As novelas da Globo podem oscilar no que se refere à qualidade dramática; o texto das novelas, entretanto, geralmente atinge alto nível de equilíbrio entre o coloquialismo e a correção.


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Cód: 38910  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Português
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todo o texto antes de responder a elas.

 

FALAR E ESCREVER BEM

 

Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o

brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua

que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e

enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não

faz dela um território sem leis.

As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas

sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções

que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma

mais comum em conversas informais, ainda que não seja a forma mais recomendada

pela norma culta da língua. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas

diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos

termos que utiliza nas baladas com sua turma.

Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta

da “popular” tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, “a

gente” não era aceito como um equivalente a “nós”. Hoje é uma forma perfeitamente

apropriada. “Nós” ganhou certo ar formal. “De terno e gravata, a reunião é conosco.

De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo”, brinca o professor de

português Sérgio Nogueira. “A gente fomos”, é claro, continua sendo o que sempre

foi: um erro. Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da

língua.

É saudável manter distância dos modismos linguísticos que logo viram vícios,

além de se observar uma outra variável em jogo: a elegância. Um exemplo ilustrativo

é o chamado gerundismo. Não é que “vou estar enviando” seja errado do ponto de

vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a

mesma coisa com um “enviarei” ou, na fala, “vou enviar”.

O gerundismo pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de

falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo

afetação com riqueza vocabular. Nesse caso, tem-se medo de ser simples. Trata-se

de um medo infundado: ser simples é ser elegante. Dizer mais com menos é o ideal.

E “falar difícil” é andar na contramão do bom-senso.

É de bom-tom, ainda, manter os ouvidos afinados com os modos de expressão

correntes. À parte alguns elitistas que acusam a televisão de “empobrecer” a

linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao

eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua. A qualidade dramática das

novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação

excelente de coloquialismo e correção. O recurso a gírias regionais, expressões

grosseiras e erros de português é, sim, admissível – mas com parcimônia. “Nesses

casos, deve-se deixar claro para o espectador que aquele linguajar é uma licença da

ficção para retratar um tipo popular” diz o noveleiro Sílvio de Abreu. Em Passione, há

40 um desses tipos peculiares – e cômicos: Candê, a verdureira suburbana vivida por

Vera Holtz, que gosta de chutar a gramática e diz frases como ―fazem dois dias que

não vejo ela”. “O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com

a correção possível, mas sem afetação” diz Abreu.

VEJA, 11/08/2010, p.94-101. (Texto adaptado)

Indique o trecho que NÃO foi corrigido adequadamente, de acordo com os preceitos da norma culta e das regras de elegância.

a)

"A gente fomos" (linha 19) Nós fomos.

b)

[...] "fazem dois dias que não vejo ela." (linhas 41-42 ) Fazem dois dias que não a vejo.

c)

[...] "vou estar enviando" (linha 23) Enviarei.

d)

"Vou no médico" (linha 8) Vou ao médico.


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Cód: 38909  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Português
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INSTRUÇÃO

As questões de 1 a 5 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente

todo o texto antes de responder a elas.

 

FALAR E ESCREVER BEM

 

Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o

brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua

que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e

enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não

faz dela um território sem leis.

As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas

sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções

que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma

mais comum em conversas informais, ainda que não seja a forma mais recomendada

pela norma culta da língua. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas

diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos

termos que utiliza nas baladas com sua turma.

Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta

da “popular” tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, “a

gente” não era aceito como um equivalente a “nós”. Hoje é uma forma perfeitamente

apropriada. “Nós” ganhou certo ar formal. “De terno e gravata, a reunião é conosco.

De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo”, brinca o professor de

português Sérgio Nogueira. “A gente fomos”, é claro, continua sendo o que sempre

foi: um erro. Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da

língua.

É saudável manter distância dos modismos linguísticos que logo viram vícios,

além de se observar uma outra variável em jogo: a elegância. Um exemplo ilustrativo

é o chamado gerundismo. Não é que “vou estar enviando” seja errado do ponto de

vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a

mesma coisa com um “enviarei” ou, na fala, “vou enviar”.

O gerundismo pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de

falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo

afetação com riqueza vocabular. Nesse caso, tem-se medo de ser simples. Trata-se

de um medo infundado: ser simples é ser elegante. Dizer mais com menos é o ideal.

E “falar difícil” é andar na contramão do bom-senso.

É de bom-tom, ainda, manter os ouvidos afinados com os modos de expressão

correntes. À parte alguns elitistas que acusam a televisão de “empobrecer” a

linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao

eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua. A qualidade dramática das

novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação

excelente de coloquialismo e correção. O recurso a gírias regionais, expressões

grosseiras e erros de português é, sim, admissível – mas com parcimônia. “Nesses

casos, deve-se deixar claro para o espectador que aquele linguajar é uma licença da

ficção para retratar um tipo popular” diz o noveleiro Sílvio de Abreu. Em Passione, há

40 um desses tipos peculiares – e cômicos: Candê, a verdureira suburbana vivida por

Vera Holtz, que gosta de chutar a gramática e diz frases como ―fazem dois dias que

não vejo ela”. “O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com

a correção possível, mas sem afetação” diz Abreu.

VEJA, 11/08/2010, p.94-101. (Texto adaptado)

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Segundo o texto, o conceito de certo e errado, no que se refere ao uso da língua, deve ser relativizado pelo objetivo, pelo ambiente e pelas pessoas envolvidas na situação de comunicação.

Assinale o trecho do texto que melhor ilustra a ideia.

a)

“À parte alguns elitistas que acusam a televisão de ̳empobrecer‘ a linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua.” (linhas 32-34)

b)

“As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas sobre o que é ou não correto na escrita.” (linhas 6-7)

c)

“De terno e gravata, a reunião é conosco. De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo [...]”(linhas 16-17)

d)

“O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com a correção possível, mas sem afetação [...]” (linhas 42-43)


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Cód: 38908  Prova: Prefeitura de Alfenas-MG   Banca: UNILAVRAS-Concursos   Matéria: Português
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INSTRUÇÃO

As questões de 1 a 5 relacionam-se com o texto abaixo. Leia atentamente

todo o texto antes de responder a elas.

 

FALAR E ESCREVER BEM

 

Mal amparado por escolas que evadem qualquer menção à análise sintática, o

brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua

que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e

enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas. Mas essa fluidez não

faz dela um território sem leis.

As gramáticas normativas cumprem um bom papel no esclarecimento de dúvidas

sobre o que é ou não correto na escrita. A fala, porém, admite muitas construções

que seriam aberrantes na página impressa. “Vou no médico”, por exemplo, é a forma

mais comum em conversas informais, ainda que não seja a forma mais recomendada

pela norma culta da língua. O que é preciso é achar o equilíbrio, inclusive nas

diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos

termos que utiliza nas baladas com sua turma.

Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta

da “popular” tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, “a

gente” não era aceito como um equivalente a “nós”. Hoje é uma forma perfeitamente

apropriada. “Nós” ganhou certo ar formal. “De terno e gravata, a reunião é conosco.

De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo”, brinca o professor de

português Sérgio Nogueira. “A gente fomos”, é claro, continua sendo o que sempre

foi: um erro. Aberrações como essa agridem tanto os ouvidos como a natureza da

língua.

É saudável manter distância dos modismos linguísticos que logo viram vícios,

além de se observar uma outra variável em jogo: a elegância. Um exemplo ilustrativo

é o chamado gerundismo. Não é que “vou estar enviando” seja errado do ponto de

vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a

mesma coisa com um “enviarei” ou, na fala, “vou enviar”.

O gerundismo pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de

falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo

afetação com riqueza vocabular. Nesse caso, tem-se medo de ser simples. Trata-se

de um medo infundado: ser simples é ser elegante. Dizer mais com menos é o ideal.

E “falar difícil” é andar na contramão do bom-senso.

É de bom-tom, ainda, manter os ouvidos afinados com os modos de expressão

correntes. À parte alguns elitistas que acusam a televisão de “empobrecer” a

linguagem, o veículo faz um excelente registro da boa fala contemporânea, ao

eliminar as peculiaridades regionais e etárias da língua. A qualidade dramática das

novelas da Globo pode oscilar, mas, em geral, seu texto atinge uma conciliação

excelente de coloquialismo e correção. O recurso a gírias regionais, expressões

grosseiras e erros de português é, sim, admissível – mas com parcimônia. “Nesses

casos, deve-se deixar claro para o espectador que aquele linguajar é uma licença da

ficção para retratar um tipo popular” diz o noveleiro Sílvio de Abreu. Em Passione, há

40 um desses tipos peculiares – e cômicos: Candê, a verdureira suburbana vivida por

Vera Holtz, que gosta de chutar a gramática e diz frases como ―fazem dois dias que

não vejo ela”. “O que interessa é que as personagens falem de maneira natural, com

a correção possível, mas sem afetação” diz Abreu.

VEJA, 11/08/2010, p.94-101. (Texto adaptado)

Assinale a afirmativa que CONTRADIZ o texto.

a)

A língua se organiza a partir de regras e preceitos, apesar de seu caráter vivo que
permite que ela seja continuamente modificada e acrescida de vocábulos novos.

b)

A linguagem utilizada nas novelas de televisão, eivada de disparates, caracteriza-se pela ausência de equilíbrio entre a expressão verbal considerada correta e a linguagem mais informal.

c)

O gerundismo, marcado pelo uso excessivo e desnecessário de formas verbais, não pode ser chamado propriamente de erro gramatical: sua inconveniência é mais relacionada ao estilo, à elegância que à correção.

d)

Um dos grandes responsáveis pela dificuldade dos brasileiros com a expressão linguística compatível com as regras é o sistema de ensino do País, especialmente pela negligência com o estudo da gramática.


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