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37597 questões encontradas.
Cód: 39143  Prova: Prefeitura de Belford Roxo-RJ   Banca: INCP   Matéria: Legislação Geral
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Quando um servidor público sofre algum tipo de limitação em sua capacidade física e mental, após verificação em
inspeção médica, ele poderá sofrer uma READAPTAÇÃO. É correto afirmar que a readaptação é:

a)

O reaproveitamento do servidor em outro cargo, compatível com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade
física ou mental.

b)

A remoção do servidor para outra secretaria, bastando para tanto que a função a ser exercida seja compatível com a
limitação sofrida por ele, seja em sua capacidade física ou mental.

c)

A reinvestidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha
sofrido em sua capacidade física ou mental, e deverá será efetivada em cargo de atribuições afins, respeitada a
habilitação exigida, nível de escolaridade e equivalência de vencimentos.

d)

A investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha
sofrido em sua capacidade física ou mental, podendo ser efetivada em qualquer cargo ou função, respeitando o nível
de escolaridade do servidor à época da readaptação.


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Cód: 39142  Prova: Prefeitura de Belford Roxo-RJ   Banca: INCP   Matéria: Legislação Geral
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Conforme bem assevera o artigo 20 do Estatuto dos Servidores Públicos de Belford Roxo, ao entrar em exercício, o
servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de três (3) anos,
durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os
seguintes fatores:

a)

Assiduidade, disciplina, produtividade, responsabilidade e pontualidade.

b)

Disciplina, assiduidade, produtividade e eficiência.

c)

Assiduidade, disciplina, comportamento adequado com o local de trabalho e pontualidade.

d)

Assiduidade, disciplina, capacidade de iniciativa, produtividade e responsabilidade


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Cód: 39141  Prova: Prefeitura de Belford Roxo-RJ   Banca: INCP   Matéria: Português
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Texto da questão - Clique para ver.

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Brasil – Limites do ilimitado: humanizar o trânsito urbano

   Embora exista desde milênios, as cidades exibem as marcas fundamentais da civilização urbana deste início de século. Nas últimas duas décadas, mais de um bilhão de seres humanos migrou para as cidades. Foi o maior movimento populacional da história. Nos mais diversos continentes multiplicaram-se cidades com mais de dois milhões de habitantes.

  Não por caso, ou apenas por questões culturais. A mudança é fruto de uma organização social e econômica, que mais do que nunca, concentrou a propriedade da terra e fortaleceu um movimento agrícola de exportação que obriga os lavradores a deixarem suas terras procurando refúgio nas periferias das grandes cidades.

   A especulação imobiliária cria um muro imaginário, mas quase intransponível entre as áreas nobres e as periferias entregues ao deus-dará. Como se fosse dividida em duas ou três, a cidade tem áreas que servem de centro do poder político, outros locais liberados para atividades econômicas, culturais ou para lazer e tem também os bairros e ajuntamentos de periferia, nos quais o planejamento urbano é quase ausente. Para os que têm recursos, a cidade é multicultural e se manifesta na pluriformidade de roupas, gestos, cenas e serviços. Para a população empobrecida que, em cada cidade, é mais tratada como massa de refugiados do que como cidadãos de pleno direito, a cidade é apenas o formigueiro humano, discriminado e agredido em sua dignidade.

   Há deterioração das condições de vida em bairros de periferia mesmo em cidades prósperas dos Estados Unidos como Detroit ou Chicago, que apresentam índices de desenvolvimento urbano em tudo piores do que os de muitas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay. Isso para não falar dos aglomerados humanos nas cidades norte-americanas de fronteira, guetos de refugiados, como quaisquer campos de concentração em tempos de guerra. O mundo inteiro assistiu às revoltas e quebra-quebra de moradores de bairros periféricos de Paris e de algumas cidades francesas.

   Como a corrente sempre quebra no elo mais fraco, toda cidade mostra sua maior ou menor exeqüibilidade na organização do trânsito. São Paulo conta com centros administrativos dignos do primeiro mundo e intensa vida cultural, mas, infelizmente, a sua cara é o trânsito caótico, perigoso e congestionado. Na Europa, o trânsito urbano é o que mais diferencia Roma e Paris, assim como, nos Estados Unidos, se diferenciam a imensa Nova York, na qual o trânsito e intenso e complexíssimo, mas nunca deixa de fluir e a latino-americana Miami que, de vez em quando, pára e atrasa a vida de todo mundo.

   Em cidades como Goiânia, o lado mais terrível da desumanização do trânsito é a violência que continua atingindo tanto a pedestres, como a passageiros. Acidentes mortais se multiplicam e pequenos incidentes entre motoristas têm, uma vez ou outra, gerado balas e mortes gratuitas.

   É possível que, por trás desta violência quase rotineira em nossas grandes cidades, haja também um fenômeno complexo que é o fato de ser quase o único espaço no qual, sob certo ponto de vista, as classes sociais se encontram em condições de pretensa igualdade de direitos. O trânsito é quase o único lugar no qual centro e periferia se encontram ou se cruzam, sob o risco de se chocarem. Em um plano inconsciente das relações estruturais, a sociedade, do modo que é organizada, parece quase permitir que exista certo grau de tensão ou de olhar atravessado entre quem dirige carro particular e os motoristas de táxi, entre quem conduz um ônibus ou um veículo qualquer e um motociclista, em sua maioria, jovem e pobre.

   Por mais que existam, precisamos de mais campanhas de paz no trânsito e de respeito à vida. No trânsito, como na família ou no trabalho, é possível trabalhar para instaurar relações regidas pela cultura de paz e de administração não-violenta dos conflitos que, porventura ocorrerem. Entretanto, a raiz da mudança cultural ocorrerá quando olharmos de forma mais solidária e amorosa a todo ser humano que, em nossa cidade se torna nosso irmão e companheiro. Aí sim, teremos um trânsito e uma convivência urbana de verdadeiros cidadãos.

Assinale a alternativa em que a palavra “se” não funciona como referente textual de outro termo:

a)

A cidade é multicultural e se manifesta na pluriformidade de roupas, gestos, cenas e serviços.

b)

Como se fosse dividida em duas ou três, a cidade que tem áreas que servem de centro de poder político.

c)

Nos Estados Unidos, se diferenciam a imensa Nova York, na qual o trânsito é intenso e complexíssimo, mas nunca
deixa de fluir e a latino-americana Miami.

d)

O trânsito é quase o único lugar no qual centro e periferia se encontram ou se cruzam.


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Cód: 39140  Prova: Prefeitura de Belford Roxo-RJ   Banca: INCP   Matéria: Português
Dificuldade: Fácil   Vezes Respondidas: 23   Acertos: 60.87%   Faça o login para ver suas estastísticas Fácil

Texto da questão - Clique para ver.

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Brasil – Limites do ilimitado: humanizar o trânsito urbano

   Embora exista desde milênios, as cidades exibem as marcas fundamentais da civilização urbana deste início de século. Nas últimas duas décadas, mais de um bilhão de seres humanos migrou para as cidades. Foi o maior movimento populacional da história. Nos mais diversos continentes multiplicaram-se cidades com mais de dois milhões de habitantes.

  Não por caso, ou apenas por questões culturais. A mudança é fruto de uma organização social e econômica, que mais do que nunca, concentrou a propriedade da terra e fortaleceu um movimento agrícola de exportação que obriga os lavradores a deixarem suas terras procurando refúgio nas periferias das grandes cidades.

   A especulação imobiliária cria um muro imaginário, mas quase intransponível entre as áreas nobres e as periferias entregues ao deus-dará. Como se fosse dividida em duas ou três, a cidade tem áreas que servem de centro do poder político, outros locais liberados para atividades econômicas, culturais ou para lazer e tem também os bairros e ajuntamentos de periferia, nos quais o planejamento urbano é quase ausente. Para os que têm recursos, a cidade é multicultural e se manifesta na pluriformidade de roupas, gestos, cenas e serviços. Para a população empobrecida que, em cada cidade, é mais tratada como massa de refugiados do que como cidadãos de pleno direito, a cidade é apenas o formigueiro humano, discriminado e agredido em sua dignidade.

   Há deterioração das condições de vida em bairros de periferia mesmo em cidades prósperas dos Estados Unidos como Detroit ou Chicago, que apresentam índices de desenvolvimento urbano em tudo piores do que os de muitas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay. Isso para não falar dos aglomerados humanos nas cidades norte-americanas de fronteira, guetos de refugiados, como quaisquer campos de concentração em tempos de guerra. O mundo inteiro assistiu às revoltas e quebra-quebra de moradores de bairros periféricos de Paris e de algumas cidades francesas.

   Como a corrente sempre quebra no elo mais fraco, toda cidade mostra sua maior ou menor exeqüibilidade na organização do trânsito. São Paulo conta com centros administrativos dignos do primeiro mundo e intensa vida cultural, mas, infelizmente, a sua cara é o trânsito caótico, perigoso e congestionado. Na Europa, o trânsito urbano é o que mais diferencia Roma e Paris, assim como, nos Estados Unidos, se diferenciam a imensa Nova York, na qual o trânsito e intenso e complexíssimo, mas nunca deixa de fluir e a latino-americana Miami que, de vez em quando, pára e atrasa a vida de todo mundo.

   Em cidades como Goiânia, o lado mais terrível da desumanização do trânsito é a violência que continua atingindo tanto a pedestres, como a passageiros. Acidentes mortais se multiplicam e pequenos incidentes entre motoristas têm, uma vez ou outra, gerado balas e mortes gratuitas.

   É possível que, por trás desta violência quase rotineira em nossas grandes cidades, haja também um fenômeno complexo que é o fato de ser quase o único espaço no qual, sob certo ponto de vista, as classes sociais se encontram em condições de pretensa igualdade de direitos. O trânsito é quase o único lugar no qual centro e periferia se encontram ou se cruzam, sob o risco de se chocarem. Em um plano inconsciente das relações estruturais, a sociedade, do modo que é organizada, parece quase permitir que exista certo grau de tensão ou de olhar atravessado entre quem dirige carro particular e os motoristas de táxi, entre quem conduz um ônibus ou um veículo qualquer e um motociclista, em sua maioria, jovem e pobre.

   Por mais que existam, precisamos de mais campanhas de paz no trânsito e de respeito à vida. No trânsito, como na família ou no trabalho, é possível trabalhar para instaurar relações regidas pela cultura de paz e de administração não-violenta dos conflitos que, porventura ocorrerem. Entretanto, a raiz da mudança cultural ocorrerá quando olharmos de forma mais solidária e amorosa a todo ser humano que, em nossa cidade se torna nosso irmão e companheiro. Aí sim, teremos um trânsito e uma convivência urbana de verdadeiros cidadãos.

A alternativa que apresenta um adjetivo no grau superlativo é:


a)

As marcas fundamentais da civilização urbana.

b)

Acidentes mortais se multiplicam.

c)

Como a corrente sempre quebra no elo mais fraco.

d)

Pequenos incidentes entre motoristas têm, uma vez ou outra, gerando balas e mortes gratuitas.


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Cód: 39139  Prova: Prefeitura de Belford Roxo-RJ   Banca: INCP   Matéria: Português
Dificuldade: Fácil   Vezes Respondidas: 11   Acertos: 63.64%   Faça o login para ver suas estastísticas Fácil

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Brasil – Limites do ilimitado: humanizar o trânsito urbano

   Embora exista desde milênios, as cidades exibem as marcas fundamentais da civilização urbana deste início de século. Nas últimas duas décadas, mais de um bilhão de seres humanos migrou para as cidades. Foi o maior movimento populacional da história. Nos mais diversos continentes multiplicaram-se cidades com mais de dois milhões de habitantes.

  Não por caso, ou apenas por questões culturais. A mudança é fruto de uma organização social e econômica, que mais do que nunca, concentrou a propriedade da terra e fortaleceu um movimento agrícola de exportação que obriga os lavradores a deixarem suas terras procurando refúgio nas periferias das grandes cidades.

   A especulação imobiliária cria um muro imaginário, mas quase intransponível entre as áreas nobres e as periferias entregues ao deus-dará. Como se fosse dividida em duas ou três, a cidade tem áreas que servem de centro do poder político, outros locais liberados para atividades econômicas, culturais ou para lazer e tem também os bairros e ajuntamentos de periferia, nos quais o planejamento urbano é quase ausente. Para os que têm recursos, a cidade é multicultural e se manifesta na pluriformidade de roupas, gestos, cenas e serviços. Para a população empobrecida que, em cada cidade, é mais tratada como massa de refugiados do que como cidadãos de pleno direito, a cidade é apenas o formigueiro humano, discriminado e agredido em sua dignidade.

   Há deterioração das condições de vida em bairros de periferia mesmo em cidades prósperas dos Estados Unidos como Detroit ou Chicago, que apresentam índices de desenvolvimento urbano em tudo piores do que os de muitas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay. Isso para não falar dos aglomerados humanos nas cidades norte-americanas de fronteira, guetos de refugiados, como quaisquer campos de concentração em tempos de guerra. O mundo inteiro assistiu às revoltas e quebra-quebra de moradores de bairros periféricos de Paris e de algumas cidades francesas.

   Como a corrente sempre quebra no elo mais fraco, toda cidade mostra sua maior ou menor exeqüibilidade na organização do trânsito. São Paulo conta com centros administrativos dignos do primeiro mundo e intensa vida cultural, mas, infelizmente, a sua cara é o trânsito caótico, perigoso e congestionado. Na Europa, o trânsito urbano é o que mais diferencia Roma e Paris, assim como, nos Estados Unidos, se diferenciam a imensa Nova York, na qual o trânsito e intenso e complexíssimo, mas nunca deixa de fluir e a latino-americana Miami que, de vez em quando, pára e atrasa a vida de todo mundo.

   Em cidades como Goiânia, o lado mais terrível da desumanização do trânsito é a violência que continua atingindo tanto a pedestres, como a passageiros. Acidentes mortais se multiplicam e pequenos incidentes entre motoristas têm, uma vez ou outra, gerado balas e mortes gratuitas.

   É possível que, por trás desta violência quase rotineira em nossas grandes cidades, haja também um fenômeno complexo que é o fato de ser quase o único espaço no qual, sob certo ponto de vista, as classes sociais se encontram em condições de pretensa igualdade de direitos. O trânsito é quase o único lugar no qual centro e periferia se encontram ou se cruzam, sob o risco de se chocarem. Em um plano inconsciente das relações estruturais, a sociedade, do modo que é organizada, parece quase permitir que exista certo grau de tensão ou de olhar atravessado entre quem dirige carro particular e os motoristas de táxi, entre quem conduz um ônibus ou um veículo qualquer e um motociclista, em sua maioria, jovem e pobre.

   Por mais que existam, precisamos de mais campanhas de paz no trânsito e de respeito à vida. No trânsito, como na família ou no trabalho, é possível trabalhar para instaurar relações regidas pela cultura de paz e de administração não-violenta dos conflitos que, porventura ocorrerem. Entretanto, a raiz da mudança cultural ocorrerá quando olharmos de forma mais solidária e amorosa a todo ser humano que, em nossa cidade se torna nosso irmão e companheiro. Aí sim, teremos um trânsito e uma convivência urbana de verdadeiros cidadãos.

Uma possível conclusão que pode ser obtida a partir das comparações entre as cidades apresentada do terceiro
parágrafo, è:

a)

Determinadas áreas pobres de cidades prósperas norte-americanas apresentam índices de desenvolvimento urbano
inferior ao de algumas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay.

b)

Determinadas áreas prósperas de cidades pobres norte-americanas apresentam índices de desenvolvimento urbano
inferior ao de algumas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay.

c)

Determinadas áreas pobres de algumas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay apresentam índices de desenvolvimento urbano inferior ao de cidades prósperas norte-americanas.

d)

A média das cidades prósperas norte-americanas apresentam índices de desenvolvimento urbano inferior ao de
algumas favelas do Rio de Janeiro, Guaquil, Salvador ou Bombay.


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