Prova da TSE 1 - Questões e Simulados


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Instruções


OBJETIVOS
Aprimorar os conhecimentos adquiridos durante os seus estudos, de forma a avaliar a sua aprendizagem, utilizando para isso as metodologias e critérios idênticos aos maiores e melhores concursos públicos do país.

PÚBLICO ALVO
Candidatos e/ou concursandos, que almejam aprovação no concurso do TSE - Técnico Judiciário - Área Administrativa, para nível médio.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DAS QUESTÕES
1. Português
2. Informática
3. Arquivologia
4. Direito Constitucional
5. Direito Eleitoral
6. Direito Administrativo
7. Normas Aplicáveis as Servidores Públicos Federais
8. Raciocínio Lógico
375 alunos já responderam este simulado.

Texto 1: Utilize o texto abaixo para responder as questões de numero 1 a 8.

Decorar e revestir o corpo com o objetivo de criar
vínculos culturais e emotivos, assim como manifestar crenças e
valores da civilização, sempre foram preocupações do homem
ao longo de sua existência. O anseio em mostrar-se em sintonia
com as novas tendências é uma necessidade histórica. O
conceito de moda nasceu no final da Idade Média – período em
que a forma de vestir ganhou relevância. O declínio do
feudalismo e o desenvolvimento das cidades viram surgir uma
nova classe social – a burguesia. Enriquecidos pelo comércio,
os burgueses passaram a imitar as roupas de uso até então
exclusivo da aristocracia.

          A necessidade de diferenciação fez que os aristocratas
se dedicassem a criar sempre novos trajes para distinguirem-se
na aparência e hierarquia, impulsionando os primeiros
movimentos da engrenagem: os nobres criavam e os burgueses
copiavam. Esse sistema perdurou até o século XIX, quando a
moda, pela primeira vez, enfrentou um processo de
democratização, atingindo todas as classes sociais e ampliando
o conceito aplicado até hoje – o de atender ao gosto e aos
anseios de afirmação pessoal, além de expressar idéias e
sentimentos.

          O desejo de mostrar-se em sintonia com o novo ainda
funciona como uma necessidade de demonstrar algum tipo de
poder. "Após seis séculos, a moda continua servindo de recurso
para ostentar riqueza. É a maneira que o ser humano encontrou
de manifestar, por meio das roupas e acessórios, que pertence
a uma classe social que o diferencia e individualiza", afirma a
historiadora Kathia Castilho, professora de Moda

          Mas o que é moda? Um historiador britânico costuma
dizer que moda significa muito mais do que a roupa em si.
Funciona como o espelho das mudanças sociais e culturais da
civilização. Acompanha, simboliza e retrata as transformações
vividas pelo homem e pela sociedade ao longo dos séculos.
Mais do que um desfile de tendências, revela uma linguagem
não-verbal. Não é assunto exclusivo das elites; ao contrário,
está muito mais próxima da vida real. No dia-a-dia das ruas, as
pessoas identificam-se pelas roupas. Conseguem expressar
idade, sexo, personalidade, classe social, gostos e até mesmo
estado de humor graças à aparência.

          Para o filósofo francês Gilles Lipovetsky, autor de O
império do efêmero – uma espécie de bíblia sobre o assunto –,
a roupa perderá, com o passar do tempo, a herança adquirida
na Idade Média, de transmitir visualmente a posição social do
indivíduo, para tornar-se algo essencialmente prático. Ele aceita
a presença de tecidos inteligentes – aqueles que permitem troca
de calor, mantendo o corpo quente no frio e vice-versa, ou
evitam bactérias. Mas faz algumas ressalvas. A reflexão fará
diferença em um mundo onde a tecnologia imperará em todos
os âmbitos da sociedade. A figura do estilista não
desaparecerá, pelo contrário. Para Lipovetsky, a criatividade, as
idéias e o saber serão “artigos de luxo”. Este, aliás, um dos
jargões preferidos do mundo da moda.

(Adaptado de Mariana Kalil. Superinteressante, setembro
2003, p. 61-65)

(1,0) 1 -

... que pertence a uma classe social que o diferencia e individualiza... (3° parágrafo). O pronome grifado acima substitui corretamente, no contexto,

a)

o novo.

b)

o desejo.

c)

o ser humano.

d)

algum tipo de poder.

e)

recurso para ostentar riqueza.

(1,0) 2 -

- uma espécie de bíblia sobre o assunto - (último parágrafo). Em relação à frase transcrita acima, é correto afirmar que se trata de

a)

um comentário que desvaloriza a importância do autor citado.

b)

intenção de despertar maior interesse, ao relacionar moda e religião.

c)

um fato que comprova o valor da moda desde os tempos mais antigos.

d)

uma informação que transforma a moda em assunto quase religioso.

e)

uma opinião, ao reconhecer o acentuado valor da obra citada.

(1,0) 3 -

Conseguem expressar idade, sexo, personalidade, classe social, gostos e até mesmo estado de humor graças à aparência. (4° parágrafo). O segmento grifado acima está reescrito com outras palavras, sem alterar o sentido orignal, em:

a)

devido ao modo de se mostrarem.

b)

conquanto tenham um estilo gracioso.

c)

para que se mostrem agradáveis.

d)

caso se mostrem graciosos.

e)

até mesmo sem intenção explícita.

(1,0) 4 -

Para Lipovetsky, a criatividade, as idéias e o saber serão 'artigos de luxo'. (final do texto). As aspas: I. conferem sentido especial à expressão no contexto, para valorizar a figura do estilista. II. identificam uma expressão inerente ao mundo da moda. III. assinalam emprego de expressão fora de contexto, por ser exemplo de gíria. Está correto o que se afirma APENAS em

a)

I.

b)

II.

c)

III.

d)

I e II.

e)

II e III.

(1,0) 5 -

O anseio em mostrar-se em sintonia com as novas tendências é uma necessidade histórica. (1° parágrafo). De acordo com o texto, a afirmativa acima faz sentido porque

a)

moda se preocupa sempre em imitar pessoas de maior poder na sociedade.

b)

o uso diferenciado de roupas dentro da moda denota gosto pessoal em seu grupo.

c)

a maneira de vestir-se surge como forma de demonstração de valores sociais.

d)

o conceito de moda é muito antigo, existente desde o início da evolução do homem.

e)

a vestimenta dos nobres motivou o comércio, meio de enriquecimento da burguesia.

(1,0) 6 -

... período em que a forma de vestir ganhou relevância. (1o parágrafo) Justifica-se a afirmativa acima por ter havido necessidade de

a)

demonstração de poder e distinção da aristocracia no momento histórico do surgimento de uma nova classe social formada por ricos comerciantes.

b)

fortalecimento dos laços sociais entre as duas classes então dominantes, aristocracia e burguesia, com o uso de roupas de gosto semelhante.

c)

movimentação da riqueza acumulada pela burguesia, após o surgimento de hábitos mais requintados, e até mesmo luxuosos, da aristocracia.

d)

reconhecimento do poder e do prestígio próprios da burguesia, com o uso de novidades que apareciam, trazidas pelo comércio.

e)

mprego de recursos advindos de atividade comercial no vestuário que, na época, surgia como um bem a ser consumido por todas as classes sociais.

(1,0) 7 -

correto afirmar que o texto aponta

a)

discordância generalizada entre especialistas em história da moda sobre o fato de ser ainda hoje uma forma de afirmação pessoal.

b)

opiniões opostas de dois estudiosos do mundo da moda - uma historiadora e um filósofo - em relação ao papel que ela desempenha.

c)

necessidade de reavaliação dos ditames da moda atual, em que se perderam suas características de afirmação da classe social do indivíduo.

d)

eclínio da importância da moda como meio de valorização individual, num mundo essencialmente democrático.

e)

alterações radicais no mundo da moda, em que a tecnologia acessível a todos ultrapassará a figura do estilista.

(1,0) 8 -

Percebe-se claramente no texto que

a)

moda, apesar de sua valorização comercial no mundo moderno, reflete uma visão individualista da vida, por tratar-se de gosto bastante pessoal.

b)

a evolução no vestuário das pessoas nas diversas épocas da história da humanidade reflete o desenvolvimento cultural e social de cada uma delas.

c)

o hábito de cobrir o corpo surgiu muito cedo na história da humanidade, como conseqüência do aparecimento de valores religiosos nas sociedades primitivas.

d)

a imitação dos trajes usados pelos nobres impulsionou a nova classe social a uma atividade bastante lucrativa, com o comércio de roupas e de tecidos.

e)

o processo de democratização do gosto expresso no vestuário levou a uma perda do valor, atribuído à moda, de demonstrar gosto e afirmação pessoais.

(1,0) 9 -

As opções que se seguem apresentam propostas de trechos de parecer. Assinale a opção cujo texto corresponde ao que preceituam as normas de redação oficial.

a) Nossos estudos técnicos demonstram que a crônica do jogo no Brasil é repleta de exemplos que desaconselham a legalização, como a violência das gangues que controlam ele, lavagem de dinheiro e cooptação de autoridades para fazerem vista grossa diante das ilegalidades.
b) Acreditamos que o poder do dinheiro sujo e nojento do jogo não tem limites. Por sua vez, as instituições, seus órgãos e funcionários não são impermeáveis à corrupção que contamina o sistema administrativo. Isso é uma pena.
c) Observa-se que desde os anos 90, quando os caça-níqueis e os bingos invadiram as cidades, não faltam episódios para mostrar a vulnerabilidade dos agentes do poder público ao canto da sereia que ecoa dos cofres emporcalhados da jogatina.
d) incontável o número de policiais canalhas, trapaceiros e vagabundos (inclusive de altos escalões) em todo o país, ligados à contravenção à bandidagem.
e) Os envolvidos no jogo não hesitam em apelar para a violência e a eliminação física. Além disso, o secretário nacional antidrogas da Presidência da República identifica nos equipamentos eletrônicos de jogos de azar uma forma de legalização do dinheiro do narcotráfico internacional.
(1,0) 10 -

Considerando as prescrições relativas às comunicações oficiais, assinale a opção correta.

a) Os três tipos de expedientes que seguem o padrão ofício - exposição de motivos, aviso e ofício - têm a mesma finalidade e se diferenciam apenas por sua extensão e pelo detalhamento das informações neles contidas.
b) Diferentemente da ata, a exposição de motivos deve, obrigatoriamente, conter, no máximo, duas idéias por parágrafo.
c) Caso haja grande distanciamento hierárquico entre o signatário e o destinatário de uma comunicação oficial, recomenda-se o emprego do fecho 'Mui respeitosamente'.
d) Em todas as comunicações oficiais, os pronomes possessivos que se refiram a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa. Por exemplo, o segmento correto é 'Vossa Senhoria nomeará seu substituto', e não, 'Vossa Senhoria nomeará vosso substituto'.
e) Com o intuito de uniformização do emprego de pronomes de tratamento nos vocativos das comunicações oficiais, foi estabelecido como regra o emprego dos pronomes de tratamento Excelentíssimo Senhor e Excelentíssima Senhora, excetuando-se os casos em que tal comunicação se dirija ao papa ou ao reitor de uma universidade.

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